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sábado, 11 de abril de 2009

"Rescaldo" das procissões da Semana Santa em Braga


Pois é meus amigos aqui estou eu de volta para falar, das procissões da semana Santa em Braga.
sto é muito simples de se resumir, a uma só palavra, VERGONHOSO
Sim pois na "Procissão da Burrinha" uma procissão bonita em Si mas na parte de Bombeiros foi Vergonhosa meia duzia de bombeiros Voluntarios, isto a contar com a velha guarda, agora maior surpresa da minha parte quando chego ao dia de hoje Sexta feira, pois estavam poucos bombeiros Sapadores, e os que estavam deu para ver a media de idades, que esta muito alta, e muitos Bombeiros Voluntarios, só que nao sei porque nem porque não maior parte eram das coorporacoes vizinhas... Era para mostrar que ha muitos Bombeiros em Braga? Até assim tentam enganar a população?

sábado, 28 de março de 2009

Braga muito Protegida, o que nos vale sao os Bombeiros das Corp. vizinhas

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais denunciou esta sexta-feira a falta de bombeiros em Braga, apontando os exemplos de um fogo urbano que teve de ser combatido pela corporação das Taipas.

"A falta de efectivos em alguns quartéis que tem vindo a ser denunciada pela ANBP foi esta semana comprovada em duas situações ocorridas na cidade de Braga. Mais uma vez, o número de bombeiros não foi suficiente para dar resposta aos vários incêndios florestais e urbanos que ocorreram", aponta o comunicado da ANBP, prosseguindo com o exemplo de um incêndio urbano que deflagrou ontem na rua de S. Domingos, em Braga, e que teve que ser combatido pelos bombeiros voluntários de Amares - situados a 15 quilómetros de Braga- , e Voluntários das Taipas, (a 12 Km), uma vez que os bombeiros sapadores de Braga estavam com todo o efectivo do corpo de bombeiros a combater um incêndio florestal em Pedralva.

"Defendemos que os Sapadores combatam incêndios florestais, mas sem descurar a cidade. Se o comandante distrital faz esta mobilização e houver um incêndio na cidade, responsabiliza-se? Ou o senhor presidente da Câmara responsabiliza-se?" As questões de Fernando Curto, da ANBP não tiveram resposta de Hercílio Campos, coordenador distrital que remeteu para a Autoridade Nacional de Protecção Civil que por sua vez também não respondeu às questões do JN. Nos Sapadores, também não estava ninguém com autorização para comentar o facto.

Já o vereador Carlos Malainho, responsável pelo pelouro da protecção civil, aponta para "uma visão mais vasta e abrangente" da questão. E exemplifica: "se cair um avião em Braga, ter-se-á de recorrer a meios estrangeiros, tal como nós acorremos à Grécia. A coordenação da Protecção Civil já não funciona na lógica de cada terra ter a sua corporação de bombeiros. A Protecção Civil está muito bem coordenada e funciona em patamares concelhios, distritais, nacionais e estrangeiros".

Sobre as denúncias concretas da ANBP, Carlos Malainho entende que "cada um tem direito a opinar sobre o que entender, mas deve fazê-lo com responsabilidade".

A ANBP alertava, ainda, para o facto de cada turno ser composto por 13 homens, o que é, em seu entender "manifestamente insuficientes para dar resposta", apontando "a necessidade de reforçar os efectivos. Por exemplo, no domingo, dia 22 de Maio, entre as 15h00 e as 20h00 ficou apenas um telefonista no quartel. Todas as viaturas saíram e as ambulâncias INEM ficaram fora de serviço, já que os bombeiros tiveram que guarnecer os dois Pronto-Socorro que foram combater dois incêndios florestais em Braga", denuncia Fernando Curto.
E agora? Afinal onde esta a proteçcão dos Bombeirinhos do Largo Paulo Orosio? (Voluntarios)
Visto isto ninguem faz nada? So espero que um dia destes nao acha Incendios na casa de um dos orgaos maximos de braga, porque se assim for o que é que vai acontecer, de quem vai ser a culpa? Dos Demissionarios que sempre alertaram para a falta de protecção? Ou será de quem sabe do que se passa nesta cidade e nao faz nada?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Derrocada deixa família em perigo


O mau tempo provocou, a derrocada da parede de uma casa na freguesia de Este S. Mamede. A queda de pedras provocou a morte a cinco animais e deixou em perigo uma família, de cinco pessoas, já que a corte fica paredes-meias com a cozinha.
“Não conseguimos dormir nada de noite, pensei que a casa ia toda pelo ar”, confidenciou, ainda visivelmente assustada, Florinda Alves, uma das moradoras.
O alerta chegou aos bombeiros por volta das 11.30 horas e para o local foram sete elementos, em duas viaturas, mas pouco ou nada puderam fazer. “A parte da corte desabou e a cozinha está em perigo, podendo cair a qualquer momento”, garantiu um responsável dos Bombeiros Sapadores de Braga, que esteve no local, adiantando que a situação já tinha sido transmitida à Protecção Civil.
Contactado o vereador da Protecção Civil da Câmara Municipal de Braga, Carlos Malainho, adiantou que “a situação está a ser devidamente acompanhada”.•
E explicou: “o comandante dos bombeiros, que esteve no local, garantiu que a situação não é considerada de muito perigo. Se corresse risco de derrocada, claro que já teríamos accionado os meios necessários, mas ainda não se verifica essa situação”.
O vereador contactou o proprietário, que se “comprometeu, em breve, a repor a situação. Entretanto, vamos continuar a acompanhar o caso”, assegurou.

Derrocadas em Braga





Foi uma noite sem descanso para os bombeiros bracarenses. De sexta para sábado, Sapadores e Voluntários não tiveram mãos a medir para dar resposta a todas as solicitações, sobretudo quedas de árvores, mas também algumas derrocadas.
Uma dessas derrocadas deu-se na freguesia de Palmeira. Passavam poucos minutos das 21 horas quando um muro antigo do Palácio Dona Chica desmoronou e causou estragos consideráveis em duas viaturas estacionadas na Rua da Igreja.
Voaram alguns taipais de uma obra e obrigaram à intervenção dos bombeiros da Avenida do Cávado.
Situações semelhantes viveram-se na Avenida da Liberdade e na Avenida Antero de Quental.
Porém, foram sobretudo as quedas de árvores, provocadas por fortes rajadas de vento, que mais trabalho deram aos bombeiros bracarenses.
Foi na zona da Falperra que mais árvores e ramos tombaram, tornando aquela via intransitável.
Registaram-se também quedas de árvores em Tenões, nas imediações do santuário do Bom Jesus, Celeirós, Ferreiros e Santa Lucrécia de Algeriz.
Na Morreira verificou-se a queda de duas árvores na Estrada Nacional 101.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Incendio em São Victor

Hoje pelas 17.30 os Bombeiros Sapadores de Braga foram acionados para um incendio numa casa, na rua de sao victor, este deslocaram-se para o local com um camiao de combate a incendios, uma auto-escada, e uma ambulancia.





domingo, 18 de janeiro de 2009

CVP-Braga: nova ambulância em dia de festa


A melhor prenda para comemorar os 25 anos da Unidade de Emergência de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) não podia ser melhor: uma nova ambulância medicalizada, devidamente equipada, rondou os 80 mil euros.
Há 21 anos na presidência da delegação de Braga da Cruz Vermelha, Francisco Alvim aproveitou a cerimónia para contar a história dos 25 anos da Unidade de Emergência de Braga. “Não é só um imperativo de consciência, como também é motivo de grande alegria fa- lar da nossa Unidade de Emergência e Transporte”.
Francisco Alvim destacou o facto de em Agosto de 2007, “com a entrada em vigor dos novos estatutos da CVP, o conceito de emergência passou a ter novos entendimentos e adquiriu muito maior abrangência, que também se deve ao facto de que entretanto a CVP, a partir de Braga que foi a pioneira, passou a ter uma acção muito preponderante na área social”.
Foi, também, com “grande alegria”, que o presidente verificou que houve “uma grande adesão a este encontro da família Cruz Vermelha que resultou também no trabalho exaustivo que vários elementos da unidade tiveram ao tentarem contactar amigos socorristas dispersos pelo país”.
O governador civil de Braga, também presente na cerimónia das bodas de prata daquela unidade, elogiou a “meritória e tão nobre actividade, que se centra no amor e no auxílio ao próximo”.
Fernando Moniz enalteceu, ainda, “a perspectiva dinâmica e o estar na vida com olhar para o cidadão como o faz a Cruz Vermelha”, salientando a “problemática da protecção civil e do socorro” quando “muitas vezes a veia humanitária e o olhar para o próximo está arredado do quotidiano”. E perante este cenário, a CVP “é um exemplo do bem ao próximo”.
Ainda na cerimónia de bodas de prata, aquele responsável governamental lançou o desafio: “conto com este parceiro fundamental e deixo aqui expectativas de que podemos estreitar o relacionamento neste trabalho tão nobre”. Até porque se trata, segundo Fernando Moniz, “de um momento de afirmação, já que a CVP é uma instituição fundamental de socorro com elevado grau de operacionalidade de todos os elementos”.
Por minutos podemos salvar vidas
O primeiro alerta num acidente é fundamental, porque quando existem várias viaturas e vítimas é importante que o alerta seja dado com toda essa informação, permitindo de imediato chegar ao local todos os meios necessários.
O alerta foi deixado no final de dois simulacros realizados ontem à tarde, no âmbito das comemorações dos 25 anos da Unidade de Emergência da delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa. “Pedimos à população que responda com calma e correctamente às perguntas da central do 112. Por minutos podemos ajudar a salvar vidas”, assegurou o técnico de socorro daquela unidade, Manuel Rodrigues, que é único elemento da unidade que ali permanece desde que tudo começou há 25 anos.
Mas Manuel Rodrigues deixou outra mensagem: “há socorros que têm que ser feitos com calma, porque um socorro integrado tem a ver com a aplicação dos primeiros socorros e a estabilização da vítima para chegar viva ao hospital”.
Passavam das 16 horas, quando dois veículos embateram, provocando, ainda, a queda de um ciclista e um peão. O acidente rodoviário envolveu várias vítimas, demonstrando-se, assim, socorros diferenciado com a aplicação de várias técnicas de intervenção. “No resgate de uma vítima onde há suspeita de fractura de coluna foi utilizado o colete de extracção. Já num quadro de socorro de paragem cardio-respiratória foi utilizado equipamento de suporte avançado de vida com desfibrilador automático, para outra vítima foi necessário fazer manobras de ressuscitação com o suporte básico de vida”, explicou o técnico de socorro.
Também se teve oportunidade de ver “o socorro feito a um politraumatizado onde foi usado equipamento específico para esta situação com uma maca que actua por vácuo e que consegue manter a vítima totalmente imobilizada”.
Entretanto, outra das vítimas foi retirada para um plano duro, onde se suspeitava de fractura de coluna e, por último, numa outra pessoa foi feito o controle de hemorragia na cabeça”.
Com o objectivo de mostrar a capacidade de actuação em acidentes de maior escala foi montado um posto médico avançado que fica operacional em cerca de quatro minutos.
O segundo simulacro, realizado por elementos da Equipa de Grande Ângulo, teve como finalidade demonstrar “o trabalho de uma equipa que está preparada para intervir em situações um pouco atípicas, em altitude ou em profundidade”, referiu aquele técnico de socorro, revelando que “foi feito o socorro de uma vítima com a ajuda de uma maca a descer na vertical e com a presença de dois socorristas e houve um outro quadro de evacuação de vítima do segundo andar de um prédio com maca e através de slide”.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Socorro em Braga Continua pela hora da morte!














Desde a uns tempos para cá a questão do SOCORRO em braga continua a deixar muito a desejar.

Como é do conhecimento de toda a gente cá do burgo e mesmo de todo o país, a cidade de braga esta em muitos maus lençóis em termos de socorro, isto deve-se á falta de meios. Para que as instituições funcionem é necessário alem de uma boa gestão existirem meios HUMANOS, FORMAÇÃO, MEIOS e MATERIAL.

Se a minha memória não me atraiçoa a corporação de Bombeiros Sapadores á poucos anos tornaram publicas as debilidades existentes na corporação, mencionando Falta de material de protecção individual, e a necessidade de abertura de nova recruta. Na sequência desta divulgação o órgão máximo dos Voluntários disse que a cidade tinha uma boa 2ª linha, pois na sua corporação existia um elevado número de bombeiros. Dito isto a única coisa feita mediante a divulgação dos Bombeiros Sapadores foi a renovação de material de protecção individual. Claro que perante este vai e bem de notícias a população bracarense ficou convencida da eficiência e capacidade de resposta dos meios de socorro da nossa Brácara Augusta.

Não demorou muito e todos tivemos a confirmação do verdadeiro estado da nossa protecção civil e referentes agentes. A cidade além das carências já existentes perdeu 90 bombeiros não havendo qualquer reacção do Zé do povo...

Na verdade a cidade não tem um sistema eficaz de protecção e socorro. Cada vez que há um incêndio vemos mais bombeiros das cidades e vilas vizinhas que bombeiros de Braga. Isto é quase a mesma coisa que cada vez que cada vez que houvesse um assalto na zona ariana quem viesse prender os bandidos fosse a policia Espanhola. Será que os responsáveis também diziam: “Não há problema, se não houver em número suficiente vem de fora”













No passado dia 19 foram entregue as corporações bracarenses 2 ambulâncias, através do Instituto Nacional de Emergência Medica, qual é o meu espanto na passada Quarta-feira dia 14, quando ao passar numa rua bem perto do centro da cidade vejo uma ambulância dos Bombeiros Voluntários da Povoa de Lanhoso a efectuar um serviço de emergência. Agora o que é que terá acontecido? Os voluntários e os sapadores tinham as suas ambulâncias todas para Serviço! Ou as viaturas estavam no quartel e não havia homens para as guarnecer?

Acrescentando claro que umas dessas viaturas colocadas ao serviço dos cidadãos ainda não saiu das instalações do quartel dos sapadores. Porque será? Estará esta maravilhosa viatura a ser estimada e conservada para alguma apresentação oficial? Será que os bracarenses têm que ser socorridos em viaturas envelhecidas e já com deficientes condições e a nova fica no quartel?

Pois é, isto, continua tudo mal, agora de quem é a culpa?

Socorro em Braga Continua pela hora da morte!