sábado, 21 de fevereiro de 2009

Processo: Comandante e directores vão a julgamento


Bombeiros de Braga cobravam a mais
António Machado, presidente dos Bombeiros Voluntários de Braga e presidente da Junta de Fraião; António Cerqueira, comandante do corpo activo e também deputado do PS na Assembleia Municipal de Braga, bem como outros antigos e actuais dirigentes da corporação foram esta semana pronunciados pelo tribunal da cidade pelo crime de concussão (apropriação ilícita por funcionário público ou equiparável), num caso onde há suspeitas de pagamentos ilegais de serviços de transporte de doentes.
Para além do presidente e do comandante, são também arguidos os vice-presidentes Domingos Fernandes Ferreira da Silva e Adolfo João Vilela das Neves e os ex-vice presidentes Domingos Machado de Barros, Domingos da Silva Abreu e Modesto Moreira Anjo.
O caso foi investigado pela Polícia Judiciária de Braga, que chegou mesmo a fazer buscas na casa do presidente António Machado.
Segundo apurou o Correio da Manhã, em causa estava a cobrança de quantias alegadamente indevidas pelos serviços de transporte de doentes. Contactado pelo CM, o presidente nega a ilegalidade, garantindo que cobravam uma taxa apenas porque a verba requerida pelo Serviço Nacional de Saúde era insuficiente. 'O que eles pagam não chega para o gasóleo e nós dissemos que só efectuávamos os serviços se nos fosse pago um suplemento. A taxa é absolutamente legal, já que quem não a quisesse pagar, não nos solicita o serviço', explicou António Machado ao CM.
Já António Cerqueira, o comandante, diz que 'esta acusação não faz qualquer sentido'. O julgamento deve ser brevemente marcado.
COMPUTADOR MISTÉRIO
Nas buscas realizadas em casa de António Machado, a PJ procurava um computador que o presidente teria trazido dos Bombeiros para dar ao filho. Nada foi apreendido pelos inspectores.
Pois é agora já não são os Demissionários ou a Corja como lhes chaman dentro do quartel a falar, mas sim grandes autoridades, E AGORA? Acaba com absolvição?
Como é que diz que o pagamento feito pelo serviço nacional de saude, nao é suficiente? os restantes transportes não cobrem isso para se transportar um doente de Hopsital de São Marcos, para duas ruas ao lado que dá mais ou menos dois quilometros, e cobram 25 Euros?!Andam sempre a dizer que nao têm dinheiro e não aceitam propostas de socios...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Será mais um sinal da CRISE??


Bar dos Sapadores foi assaltado

Foi assaltado o bar dos Bombeiros Sapadores de Braga, que funciona no interior do quartel da corporação. No furto,desapareceram as cinco caixinhas (uma referente a cada turno) que continham as receitas do bar.
A PSP e Polícia Judiciária foram chamadas ao local e o caso está a ser investigado.

O vereador Carlos Malainho, que tutela a corporação de Sapadores, confirmou ao ‘Correio do Minho’ que o comandante Carlos Esteves lhe tinha dado conta desta ocorrência.
Malainho não quer tirar conclusões precipitadas, mas admite que seria muito difícil alguém exterior à corporação ter acesso ao bar.
“O bar está fechado e abre só em determinados horários pré-definidos, além de que seria muito difícil entrar ali alguém sem ser visto”, refere o vereador, salvaguardando, no entanto,que ;hoje em dia tudo é possível, e até poderá haver um ladrão com métodos tão sofisticados que ali conseguisse entrar sem ser visto”.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Falta de Luz publica em Gualtar


Algumas ruas da cidade de Braga estão, há já alguns dias, total ou parcialmente sem luz pública.
Exemplo disso, é o que se passa na Rua da Estrada Nova, em Gualtar.
Situada a escassos metros da Universidade do Minho, e com uma extensão de cerca de 200 metros, a rua está sem luz há cerca de uma semana. Uma situação que, segundo um dos moradores da zona, pode criar algum perigo.
“Esta é uma rua onde circula muita gente a pé, na grande maioria estudantes da Universidade do Minho e utentes de um jardim de infância. Ao estar sem luz pública, a rua torna-se um perigo para essas pessoas.
Uma moradora revela, ainda, que já denunciou o caso à EDP, mas “a operadora pediu que desse o número de todos os postes que estão sem luz. Pelas minhas contas são cerca de 15 postes. Se calhar querem que eu trabalhe para eles.”
A mesma moradora conta, ainda, que apanhou um susto: “um dia destes eu ia para o carro, e vi dois homens com a cabeça tapada que vinham em sentido contrário.
Quando chegaram perto de mim, um deles disse para o outro, “e se fosse esta?” Entrei num portão de uma casa e eles foram embora.
Não sei se me iriam fazer alguma coisa, mas fiquei assustada. Sempre que posso, vou acompanhada até ao carro.”
Pois é fazer a reparação deste tipo de anomalias parece complicado, mas para mandar a facturação no final do mês nao tem nada que saber, não é?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Será que estamos mesmo protegidos???





Este ano verificou-se um Inverno ligeiramente mais rigoroso, com muito gelo e alguma queda de neve, que comparada com a que cai habitualmente em alguns países europeus, foi apenas uma amostra.
Apesar de pouca, revelou a fragilidade do nosso sistema de (des)protecção civil. Acho ridículo que com um pouco de neve se cortem auto-estradas que são pagas pelo utilizador e estradas nacionais que ligam grandes povoações. Mas com situações mais graves, como por exemplo a ocorrida no dia 25 de Janeiro na A24 onde a GNR prontamente cortou a referida auto-estrada em Vilarinho de Samardã. Estava a começar a nevar e quando abordado o guarda no local este informou que a via estava cortada porque existia muita neve e gelo na via, o que era perigoso para a circulação automóvel mas dando como uma boa alternativa a estrada nacional. Curioso é que a estrada nacional tem o traçado muito próximo da A24 e claro tinha também muita neve e gelo, mas se acontecessem acidentes não era da responsabilidade do concessionário.




Claro que a natureza é muito poderosa, mas o homem não precisa ser tão ignorante. Com a tecnologia existente nos dias de hoje e quando o site da meteorologia nacional avisa para a probabilidade da queda de neve, o sistema tem por obrigação mobilizar meio adequados e prepara as estradas mesmo antes da queda de neve (nada disto foi feito).




À dias li num jornal nacional um professor catedrático na área da medicina em situações catástrofe a comentar a triste inversão de competências de algumas entidades. Dizia este senhor que o sistema caminha no sentido errado com a GNR a apagar incêndios e os bombeiros a fazer patrulhamento florestal.




Seria bom começar a colocar os inteligentes nos cargos em vez de colocar os amigos...

Derrocada deixa família em perigo


O mau tempo provocou, a derrocada da parede de uma casa na freguesia de Este S. Mamede. A queda de pedras provocou a morte a cinco animais e deixou em perigo uma família, de cinco pessoas, já que a corte fica paredes-meias com a cozinha.
“Não conseguimos dormir nada de noite, pensei que a casa ia toda pelo ar”, confidenciou, ainda visivelmente assustada, Florinda Alves, uma das moradoras.
O alerta chegou aos bombeiros por volta das 11.30 horas e para o local foram sete elementos, em duas viaturas, mas pouco ou nada puderam fazer. “A parte da corte desabou e a cozinha está em perigo, podendo cair a qualquer momento”, garantiu um responsável dos Bombeiros Sapadores de Braga, que esteve no local, adiantando que a situação já tinha sido transmitida à Protecção Civil.
Contactado o vereador da Protecção Civil da Câmara Municipal de Braga, Carlos Malainho, adiantou que “a situação está a ser devidamente acompanhada”.•
E explicou: “o comandante dos bombeiros, que esteve no local, garantiu que a situação não é considerada de muito perigo. Se corresse risco de derrocada, claro que já teríamos accionado os meios necessários, mas ainda não se verifica essa situação”.
O vereador contactou o proprietário, que se “comprometeu, em breve, a repor a situação. Entretanto, vamos continuar a acompanhar o caso”, assegurou.

Derrocadas em Braga





Foi uma noite sem descanso para os bombeiros bracarenses. De sexta para sábado, Sapadores e Voluntários não tiveram mãos a medir para dar resposta a todas as solicitações, sobretudo quedas de árvores, mas também algumas derrocadas.
Uma dessas derrocadas deu-se na freguesia de Palmeira. Passavam poucos minutos das 21 horas quando um muro antigo do Palácio Dona Chica desmoronou e causou estragos consideráveis em duas viaturas estacionadas na Rua da Igreja.
Voaram alguns taipais de uma obra e obrigaram à intervenção dos bombeiros da Avenida do Cávado.
Situações semelhantes viveram-se na Avenida da Liberdade e na Avenida Antero de Quental.
Porém, foram sobretudo as quedas de árvores, provocadas por fortes rajadas de vento, que mais trabalho deram aos bombeiros bracarenses.
Foi na zona da Falperra que mais árvores e ramos tombaram, tornando aquela via intransitável.
Registaram-se também quedas de árvores em Tenões, nas imediações do santuário do Bom Jesus, Celeirós, Ferreiros e Santa Lucrécia de Algeriz.
Na Morreira verificou-se a queda de duas árvores na Estrada Nacional 101.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Incendio em São Victor

Hoje pelas 17.30 os Bombeiros Sapadores de Braga foram acionados para um incendio numa casa, na rua de sao victor, este deslocaram-se para o local com um camiao de combate a incendios, uma auto-escada, e uma ambulancia.