terça-feira, 31 de março de 2009

Vice Presidente José Manuel Ferreira dos Voluntarios Demite-se


Pois ai esta alguem dentro daquela coorporação com bom censo, pode ter sido tarde mas como se diz mais vale tarde que nunca.
Aquela casa esta cada vez pior pois nao está tão boa quanto aparenta...
Aquela casa esta cada vez pior pois ate se diz que estao prontos para tudo, mas como se tem visto nao estao prontos para nada. Braga depende das coorporações vizinhas, que é vergonhoso.
Sr. Comandante siga o exemplo do Vice José Manuel Ferreira

sábado, 28 de março de 2009

Braga muito Protegida, o que nos vale sao os Bombeiros das Corp. vizinhas

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais denunciou esta sexta-feira a falta de bombeiros em Braga, apontando os exemplos de um fogo urbano que teve de ser combatido pela corporação das Taipas.

"A falta de efectivos em alguns quartéis que tem vindo a ser denunciada pela ANBP foi esta semana comprovada em duas situações ocorridas na cidade de Braga. Mais uma vez, o número de bombeiros não foi suficiente para dar resposta aos vários incêndios florestais e urbanos que ocorreram", aponta o comunicado da ANBP, prosseguindo com o exemplo de um incêndio urbano que deflagrou ontem na rua de S. Domingos, em Braga, e que teve que ser combatido pelos bombeiros voluntários de Amares - situados a 15 quilómetros de Braga- , e Voluntários das Taipas, (a 12 Km), uma vez que os bombeiros sapadores de Braga estavam com todo o efectivo do corpo de bombeiros a combater um incêndio florestal em Pedralva.

"Defendemos que os Sapadores combatam incêndios florestais, mas sem descurar a cidade. Se o comandante distrital faz esta mobilização e houver um incêndio na cidade, responsabiliza-se? Ou o senhor presidente da Câmara responsabiliza-se?" As questões de Fernando Curto, da ANBP não tiveram resposta de Hercílio Campos, coordenador distrital que remeteu para a Autoridade Nacional de Protecção Civil que por sua vez também não respondeu às questões do JN. Nos Sapadores, também não estava ninguém com autorização para comentar o facto.

Já o vereador Carlos Malainho, responsável pelo pelouro da protecção civil, aponta para "uma visão mais vasta e abrangente" da questão. E exemplifica: "se cair um avião em Braga, ter-se-á de recorrer a meios estrangeiros, tal como nós acorremos à Grécia. A coordenação da Protecção Civil já não funciona na lógica de cada terra ter a sua corporação de bombeiros. A Protecção Civil está muito bem coordenada e funciona em patamares concelhios, distritais, nacionais e estrangeiros".

Sobre as denúncias concretas da ANBP, Carlos Malainho entende que "cada um tem direito a opinar sobre o que entender, mas deve fazê-lo com responsabilidade".

A ANBP alertava, ainda, para o facto de cada turno ser composto por 13 homens, o que é, em seu entender "manifestamente insuficientes para dar resposta", apontando "a necessidade de reforçar os efectivos. Por exemplo, no domingo, dia 22 de Maio, entre as 15h00 e as 20h00 ficou apenas um telefonista no quartel. Todas as viaturas saíram e as ambulâncias INEM ficaram fora de serviço, já que os bombeiros tiveram que guarnecer os dois Pronto-Socorro que foram combater dois incêndios florestais em Braga", denuncia Fernando Curto.
E agora? Afinal onde esta a proteçcão dos Bombeirinhos do Largo Paulo Orosio? (Voluntarios)
Visto isto ninguem faz nada? So espero que um dia destes nao acha Incendios na casa de um dos orgaos maximos de braga, porque se assim for o que é que vai acontecer, de quem vai ser a culpa? Dos Demissionarios que sempre alertaram para a falta de protecção? Ou será de quem sabe do que se passa nesta cidade e nao faz nada?

sexta-feira, 27 de março de 2009

Braga - As verdades do ex- voluntário


O texto publicado no Correio do Minho em 22 de Março de 2009, relativamente ao aniversário dos Bombeiros Voluntários de Braga, traz uma pequena entrevista a um bombeiro do quadro de honra e que foi distinguido naquela cerimónia com uma medalha de ouro por serviços prestados. Diz o chefe Mário Silva que naquela instituição reina a indisciplina e a falta de formação, ora veja: "Antes havia respeito, havia ordens dos chefes.Tudo respeitava o seu posto.Agora já não é assim:qualquer um manda...Isto hoje é tudo estudantes...Hoje as instruções são muito fracas...Mas de resto não têm formação nenhuma para ataque aos fogos e ter de subir escadas ou usar manga de salvação" Após estas declarações bombásticas, este senhor já foi´alvo de ameaças no interior da corporação...Pouco tempo depois de ser condecorado! Mas agora perguntamos: Afinal quem eram os insdiciplinados? Quem é que não queria trabalhar? Quem é que não queria ter formação? Quem era a escumalha? Seriam os 100 que se demitiram? Deixamos daqui a pergunta aos "senhores" António Cerqueira e Machado. Lamentavelmente o silêncio por parte de quem deveria falar continua a ser ensurdecedor. Perante isto ficamos a saber que há bracarenses de 1ª e de 2ª e também há que faça a apologia disso mesmo. A velha desculpa, esfarrapada segundo a qual os BVB são uma instituição privada e que não lhes compete abordar o que por lá se passa, não é aceitável! Os bracarenses que são socorridos pelos BVB mercem um serviço de qualidade, mas infelizmente, segundo palavras de quem lá está, nada disso acontece.´É este o destino dos bracarenses: sermos governados por uma ética manca e por compadrios que neglegenciam aqueles que lutam por causas justas. A luta dos 100 demissionários JAMAIS terá fim! A segunda notícia, relativa à nomeação de Pedro Ribeiro para adjunto de comando, já tinha sido abordada por nós. Este foi o mesmo indivíudo que em tempos, numa formação, disse o seguinte: "O nazismo foi um mal necessário" Este senhor faz a apologia de Salazar naquela corporação, colecciona símbolos e imagens nazis para além de ter como referência Adolf Hilter. Aliás, a própria aparência dele (cabelo rapado e bigode) são a prova disso mesmo. Deixo-lhe estas palavras e as respectivas reportagens dos jornais. Faça delas o que entender. Abraço!

p.s. se clicar nas imagens poderá ler melhor.

Que bem comportados que eles andam, quanto não vale as eleicoes estarem ai a porta!!

Em Setembro está pronto o novo Parque Arborizado do Vale de Lamaçães. O presidente da Câmara Municipal de Braga visitou ontem o local, que já está em obra, garantindo que ali vai nascer “um espaço excelente”.
O parque arborizado do Vale de Lamaçães, que ocupa cerca de 10 mil metros quadrados de terreno da antiga Quinta do Seminário de Fraião, divide-se em três parcelas, a que o tratamento paisagístico vai dar “unidade e continuidade”, como se fosse um só terreno.
Mesquita Machado aproveitou para salientar que “a construção dos parques só deve ser feita quando já há vida e pessoas, caso contrário o espaço é aproveitado para marginais”. Por isso, o autarca frisou que “é preciso saber esperar até que as urbanizações estejam construídas e habitadas”.
Já o presidente da Junta de Freguesia de Fraião, António Machado, mostrou-se “satisfeito” com “o grande e bom investimento que será uma mais-valia para esta zona”, apelando, ainda e de forma a “melhorar” o projecto, à colocação naquela zona de um parque infantil e de equipamentos para a prática desportiva dos mais idosos”.
Como elementos unificadores, o arquitecto Fernando Pinto, que assina o projecto, releva um percurso pedonal e um curso de água que lhe é paralelo, “que passa em viaduto sobre o arruamento e liga a parcela de cota mais elevada à parcela intermédia”.
A parcela intermédia caracteriza-se por uma ampla zona relvada, delimitada por outra densamente arborizada, que proporciona à primeira a privacidade e a qualidade ambiental perseguida, como se de uma sala-de-estar se tratasse”, apresentando-se limitada pelo percurso pedonal e pela linha de água, de um lado, e por uma mancha florida, do outro.

Quanto nao vale existirem eleições!
Sera que o senhor que esta ao lado direito do maioral do nosso municipio aproveitou para ver se consegue mais uma ajuda para o manter nos seus lugares maiores? Hum nao era de estranha pois este senhor o que de melhor sabe fazer é lamentar-se...

quinta-feira, 26 de março de 2009

Onde andam os Voluntarios deste País?

Presidente da associação avisa que, apesar de existirem 43 mil profissionais no levantamento feito nas corporações, grande parte raramente se apresenta ao serviço. A situação só muda em 2010 com o recenseamento.
As 400 corporações de bombeiros contabilizam oficialmente cerca de 43 mil voluntários, mas a associação do sector estima que "na prática" esse número fique pela metade.
Isto devido à contabilidade 'fantasma' de efectivos, para efeitos de atribuição de subsídios. Os dados foram revelado ao DN pelo presidente da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários (APBV) Paulo Jesus, que garante, porém, que "os voluntários disponíveis estão a responder à chamada" para combater a actual onda de incêndios.
"No levantamento que fizemos há mais de 43 mil voluntários. O problema é que no plano prático estaremos a falar de metade de efectivos. Há corpos de Bombeiros que no activo têm mais de 100 inscrições, mas na prática só contam com 20 ou 30 elementos", referiu Paulo Jesus.
A explicação, diz, é simples: "Há uma falta de rigor e se pudessem, todos os corpos de bombeiros queriam ser da tipologia 1 [mais de 120 bombeiros], porque têm mais apoios públicos". Ou seja, estes profissionais estão no quadro de activos da corporação, contam para efeitos estatísticos, mas raramente se apresentam ao serviço.
Até porque por serem voluntários - que representam 85% dos bombeiros do País - nem têm essa obrigação. Quanto aos sapadores, são cerca de 12 mil.
Esta situação, explicou Paulo Jesus, deverá mudar a partir de 2010, depois do recenseamento junto das corporações. É que os voluntários que não façam mais de 270 horas de serviço por ano aos deixa de constar da lista de efectivos.
"Quem não cumprir deixa de estar no corpo activo e passa para a reserva, o que é vantajoso porque há uma real percepção dos elementos que há no terreno", afirma, avisa: "Não se admirem por termos apenas quatro mil bombeiros no combate às chamas em pleno verão".
Isto tem algumas explicacoes, falta de motivação por parte do comando, previlegios que levam á inscrição nos mesmos como a ajuda que ha nas propinas para os universitarios. Muita gente vai para la por uma questao de aparencia, porque ser Bombeiro é ser bonito...
Agora é obvio que a seguir quando é necessario comparecer para um incendio ou algo do genero nao comparencem como se ve neste post...
Quanto ao numero de bombeiros é ficticio, pois quantas coorporações contam com Bombeiros do quadro de reserva e de quadro de honra como aconteceu ha dois anos na nossa Cidade!


Recebido por email

Mais um Mono de Cimento

Com as obras para a construção da segunda fase do Mercado Cultural do Carandá/Escola de Música em curso, o arquitecto Eduardo Souto Moura prepara agora um projecto para a praça que vai nascer naquela zona da cidade.
A praça em questão nasce à superfície do parque de estacionamento subterrâneo que vai ser construído mesmo em frente ao centro de saúde e à própria Escola de Música.

“Onde hoje existem lugares de estacionamento, vamos ter no futuro uma praça com jardim. O projecto é do arquitecto Souto Moura que teve a gentileza de o oferecer ao município”, revelou ontem Mesquita Machado, no decorrer de uma visita realizada ontem às obras em curso.
Esta visita contou com uma presença de destaque: a do próprio arquitecto Souto Moura que, além de mostrar o projecto pormenorizado da Escola da Música, confessou que ao início lhe fez
“impressão demolir uma obra” que projectou há 25 anos, a do antigo mercado municipal do Carandá. Porém, reconheceu que esta renovação era necessária para colocar um ponto final ao mau ambiente que nos últimos tempos se vivia naquela zona.
Como memória desse primeiro projecto irão permanecer os pilares, à semelhança do que aconteceu na primeira fase do Mercado Cultural do Carandá.

Recorde-se que a autarquia já estabeleceu um protocolo de parceria com a Fundação Bonfim, que ficará residente na Escola da Música. Em contrapartida, a câmara recebe bolsas de estudo que irá oferecer aos munícipes com menos recursos e com vocação para estudar música.
Outra particularidade, é que esta escola vai funcionar com horários diurno e pós-laboral, para dar também oportunidade a quem trabalha e quer aprender música.

Dois milhões de euros é quanto vai custar o equipamento, que fica pronto em Dezembro.
A escola desenvolve-se em dois pisos: um ocupado com a escola de música propriamente dita e outro, em cave, onde se situam um auditório com 160 lugares, áreas de apoio, camarins e arrumos gerais.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Infeliz ideia

Bruno Pereirinha, capitão da selecção portuguesa de sub-21, pediu desculpa pela grande penalidade que tentou marcar frente a Cabo Verde. O médio deu um ligeiro toque, para aparecer depois Rui Pedro a finalizar, mas o lance correu mal. Pereirinha garante que não foi uma demonstração de falta de respeito para com o adversário.
Como se costuma dizer quem nao sabe não faz...

O Pereirinha


O Original Cruyff